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Hoje (09/05/2010) foi aprovada mais uma rodada de sanções contra o Irã , poucos dias após o país persa ter assinado um acordo de cooperação em conjunto com Brasil e Turquia, o conselho de segurança da ONU aprova um conjunto de restrições ao povo iraniano sem ao menos dar uma chance ao dialogo.

Gostaria de deixar registrado aqui o pronunciamento divulgado pelo Itamaraty na integra da intervenção da embaixadora do Brasil na ONU, Maria Luiza Ribeiro Viotti, explicando o voto  não, eu me sinto representado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil neste pronunciamento.

Leia abaixo o voto brasileiro:

“Sr. Presidente,

O Brasil votou contra a proposta de resolução.

Ao fazer isso, estamos honrando os propósitos que nos inspiraram nos esforços que resultaram na Declaração de Teerã em 17 de maio.

Não vemos as sanções como um instrumento efetivo nesse caso. As sanções irão, provavelmente, levar sofrimento ao povo iraniano e farão o jogo daqueles que, em todos os lados, não querem que o diálogo prevaleça.

Experiências passadas nas Nações Unidas, notadamente no caso so Iraque, mostraram que a espiral de sanções, ameaças e isolamento podem resultar em consequências trágicas.

Nós votamos contra também porque a adoção das sanções, nesse contexto, vai de encontro aos bem-sucedidos esforços do Brasil e  da Turquia em engajar o Irâ numa solução negociada para o seu programa nuclear.

Como o Brasil repetidamente defendeu, a Declaração de Teerã adotada em 17 de maio é uma oportunidade única que não deveria ser desperdiçada. Foi aprovada pelos níveis mais altos da liderança iraniana e endossada pelo Parlamento.

A Declaração de Teerã promoveu o que teria assegurado o pleno exercício do direito do Irâ de um uso pacífico da energia nuclear, enquanto promoveria garantias verificáveis de que o programa nuclear iraniano tem exlusivamente propósitos pacíficos.

Nós estamos firmemente convencidos de que o único caminho possível para alcançar o objetivo geral é assegurar a cooperação iraniana para uma efetiva e orientada ação visando o diálogo e as negociações.

A Declaração de Teerã mostrou que o diálogo e a persuasão podem fazer mais do que ações punitivas.

Seus propósitos e resultados foram construídos na confiança necessária para endereçar uma série de aspectos do programa nuclear iraniano.

Como explicamos ontem, a Declaração Conjunta removeu obstáculos políticos na materialização de uma proposta pela AEIA em dezembro de 2009. Muitos governos e instituições altamente respeitadas reconheceram seu valor como um importante passo para uma discussão mais ampla sobre o programa nuclear iraniano.

O governo brasileiro lamenta profundamente, portanto, que a Declaração Conjunta não tenha recebido nem o reconhecimento político que merecia nem tido o tempo necessário para gerar frutos.

O Brasil não considera natural recorrer a sanções antes que as partes envolvidas possam sentar e conversar sobre a implementação da Declaração. A reação do Grupo de Viena à carta iraniana de 24 de maio, a qual confirmava o comprometimento do Irã em relação ao conteúdo da Declaração, foi recebida há apenas poucas horas. Não foi dado tempo ao Irâ para reagir às opiniões do Grupo de Viena, incluindo a proposta de um encontro técnico para analisar os detalhes.

A adoção de sanções em tais circunstâncias manda uma mensagem errada que poderia ser o início de um engajamento construtivo em Viena.

Também foi objeto de grave preocupação a maneira com a qual os membros permanentes, junto com um país que não é membro do Conselho de Segurança, negociaram entre si durante meses, a portas fechadas.

Sr. Presidente,

O Brasil confere a maior importância ao desarmamento e à não-proliferação e nosso histórico nesse domínio é impecável.

Também afirmamos – e reafirmamos agora – o imperativo de que toda atividade nuclear seja conduzida sob as salvaguardas aplicadas na Agência Internacional de Energia Atômica. As atividades nucleares do Irâ não são exceção.

Nós continuamos a acreditar que a Declaração de Teerã é uma política relevante que deve ser perseguida. Nós esperamos que todas as partes envolvidas enxerguem a sabedria a longo prazo em fazê-lo.

Em nossa visão, a adoção de novas sanções pelo Conselho de Segurança vai atrasar ao invés de acelerar ou assegurar o progresso na abordagem da questão.

Nós não devemos perder a oportunidade de começarmos um processo que pode levar a uma solução pacífica e negociada a essa questão.

As preocupações em relação ao programa nuclear iraniano levantadas hoje não serão resolvidas até que o diálogo comece.

Em adotando essas sanções, esse Conselho opta atualmente por um dos dois caminhos que deveriam ter sido percorridos em paralelo – em nossa opinião, o errado.

Muito obrigado”.

Continuando com a serie de postagens sobre a linguagem GO, o rarefecundo.com trás a instalação e configuração do mesmo nos sistemas operacionais linux.

Instalação no LINUX/MAC

No site golang.com existe um tutorial com passo a passo para instalação e configuração do sistema, nestes dois SOs. Mas achei muito interessante o script  produzido pelo Daniel Mazza que pode ser baixado neste endereço: http://migre.me/LSSZ

Vamos mostar como fazer a instalação manual depois faremos a instalação usando o script do Mazza.

para fazer a instalação no linux, eu usei o ubuntu 9.10/64bits para fazer esse post, vamos seguir os seguintes passos:

Primeiro: A configuração das variáveis e abaixo está as combinações possíveis a serem usadas nos passos que se seguem,

$GOOS $GOARCH
darwin 386
darwin amd64
freebsd 386
freebsd amd64
linux 386
linux amd64
linux arm
nacl 386

No nosso caso a combinação utilizada foi a linux/amd64, detalhes eu uso core2duo intel, o fato é que a arquitetura de 64bits inicial foi da amd por isso foi colocado este nome para ela, mas como é um padrão tanto os processadores da amd quanto os da intel usam essa arquitetura.

Escolhemos a pasta /HOME/go  para ser a pasta raiz da aplicação

Escolhido o local de instalação vamos agora as variáveis. Para registrá-las use os comandos:

export GOROOT=$HOME/go
export GOBIN=$HOME
/bin
export GOOS=linux
export GOARCH=amd64
export PATH=$PATH:$HOME
/bin

inicialmente você terá que digitar as linhas acima para fazer a instalação .

para não precisar fazer o registro das variáveis todas as vezes que o sistema for reiniciado edite o arquivo .baschrc ou .profile, no meu caso foi o .bachrc usei o comando

$ sudo gedit /home/nomeUsuario/.bashrc

é só adicionar no final do arquivos as linhas acima, lembrado que nomeUsuario deve ser substituído pelo seu usuário no sistema.

para conferir se as variáveis foram registradas digite:

$ env | grep ‘^GO’   (se for copiar esta linha, redigite as aspas simples.)

Segundo: Baixando os pacotes necessários.

vamos instalar algumas ferramentas  necessárias para baixar os pacotes a serem compilados do GO.

$ sudo apt-get install bison gcc libc6-dev ed gawk make

$ sudo apt-get install mercurial

em seguida vamos baixar os pacotes que serão compilados,

$ hg clone -r release https://go.googlecode.com/hg/ $GOROOT

crie o diretório necesśario e em seguida faça a instalação

$ mkdir ~/bin 2> /dev/null

$  cd $GOROOT/src

$  ./all.bash

se tudo deu certo (provavelmente não) você está com o go instalado na sua maquina. para testar digite no terminal 6l ou 8l caso apareça algo diferente de command not fount, parabéns você conseguiu instalar agora é só esperar a próxima postagem com o ola mundo. caso contrário recomendo o uso do script do Mazza http://migre.me/LSSZ

baixe e depois descompacte o conteúdo para a pasta de usuário.

Acesse esta pasta:

$ /home/nomeUsuario/GoInstaller

e em seguida execute o script, ele vai pedir para confirmar a arquitetura e o SO, se seu linux for de 64bits será o linux/amd64. é só aguardar o dito fazer o trabalho.

até a próxima!

fontes:

http://golang.org/doc/install.html

O rarefecundo.com está participando da campanha do Ministério da Saúde contra o uso do crack, dêem uma olhada no site oficial da campanha e ajudem a divulgar, http://www.nuncaexperimenteocrack.com.br/

Vivemos na “era probabilística” da informação, do conhecimento, e arrisco afirmar  que também do saber. Para assegurar as posições que serão apresentadas, uso um pouco do que as ciências ‘exatas’ nos vem afirmando, essa natureza probabilística das coisas. Na física quântica, mais especificamente na mecânica quântica, as menores partículas que compõem as coisas, possuem uma movimentação até então imprevisíveis, o que nos leva  a uma posição de não saber, no que tange a composição da matéria.

“Na mecânica quântica, uma partícula não possui uma posição ou velocidade bem definida, mas seu estado pode ser representado pelo que se denomina função de onda. Uma função de onda é um número em cada ponto do espaço, que indica a probabilidade de a partícula ser encontrada naquela posição.” (Stephen Hawking – O Universo numa casca de noz – São Paulo, 2001 – pg. 106)

“Há quem afirme que não se pode localizar exatamente um elétron, porque ele não se encontra em um lugar determinado.” (CARUSO & OGURI, 2006, P. 471).

Se todos os objetos ou corpos são formados pela matéria, que por sua vez é formada por átomos que são constituídos de elétrons, que estão em constante movimentação, movimentos esse imprevisíveis, podemos afirmas que os corpos/objetos estão em movimentos além dos que são conhecidos como os que obedecem a força da gravidade e demais leis da física clássica. Os corpos estão em movimento probabilístico, o que os coloca também em posições probabilísticas, sendo assim não se sabe a exata localização de uma corpo qualquer usando o que temos e conhecemos de instrumentos de localização.

Então temos a incerteza como um principio que rege as menores partículas que constituem a matéria, e conseqüentemente esta incerteza esta na regencia de nossos corpos.

“O limite imposto pelo principio da incerteza não depende da maneira pela qual você tenta medir a posição ou velocidade da partícula, nem do tipo de partícula. O principio da incerteza de Heisenberg é uma propriedade fundamental, inescapável, do mundo, e teve profundas implicações na maneira como vemos o mundo”.  (Stephen Hawking – Uma nova historia do tempo – pg. 95, 96)

“Existe um limite para os nossos poderes de observação e para o mínimo de perturbação que acompanha o nosso ato de observação, um limite que inerente à natureza das coisas e que nunca pode ser vencido pelo aperfeiçoamento da técnica e da habilidade do observador.”
(CARUSO & OGURI, 2006, P.468)

Se no campo físico temos todas essas incertezas sendo discutidas, com o advento da internet , um conjunto de incertezas têm afetado de forma significativa o conhecer humano e talvez o seu saber.

As informações não são fixas, nos informam algo que pode ser desinformado logo em seguida como a wikepedia.com, yahoo answer etc. e cada vez mais a quantidade de informações vem aumentando, o que nos exige uma melhor preparação para filtrar tais informações e trasformá-las em conhecimento. Conhecimento que é moldado por prováveis verdades encontradas nas informações que usamos para contituí-los.

Talvez essa probabilidade ‘generalizada’, nos  leve para um campo do saber com verdades multáveis, e que nos ajude a ter um devir mais sábio que o que estamos tendo na atualidade ou como diria Nietzsche “cheguemos ao super-homem” (Assim falava Zaratustra – Nietzsche).

Por outro lado,  a relatividade do saber é algo com que o homem/mulher tem que aprender a lidar, porém os avanços da ciência/tecnologia não estão sendo acompanhados com a velocidade que talvez fosse a ideal. Muitos estão excluídos destas revoluções científico-tecnológicas, e esta exclusão pode ser, na era probabilística, o provável não questionado.

http://www.cpflcultura.com.br/video/integra-que-pode-corpo-viviane-mose-e-dani-lima

http://www.guiaparanaense.com.br/artigos/a_natureza_probabilstica_do_mundo_quntico_e_sua_incerteza_imanente.html

Com a copa do mundo se aproximando não poderia deixar de fazer esse trocadilho, go (linhagem de programação produzida pelo google) e gooool (bola na rede e Galvão gritando). Na verdade as semelhanças acabam por aqui, vamos estudar um pouco da linguagem de programação GO.

O go começou a ser desenvolvido em 21 de setembro de 2007, por Robert Griesemer, Rob Pike e Ken Thompson, começaram esboçando a as necessidade e objetivos para criação de uma nova linguagem, e tempos depois começaram o desenvolvimento de fato.

Em janeiro de 2008, Ken Thompson começou a trabalhar em um compilador com o qual explorara a ideia, usando este compilador conseguiu gerar códigos tendo a linguagem C como saída.

Dentro de um ano, a linguagem tornou-se um projeto que os ocupava diariamente, e começaram a pensar em criar um compilador para produção. Em maio de 2008, Ian Taylor de forma independente, começou a trabalhar em um front-end para o GCC Go utilizando as especificação do projeto. Russ Cox no final de 2008 se juntou aos demais, os ajudando a transformar o protótipo da linguagem e suas bibliotecas em realidade.

Em 11 de novembro de 2009, o google lançou o GO sobre licença BSD, o que colocou a linguagem como promissora, visto que os projetos de software livre estão em expansão, e com um desenvolvimento cada vez mais rápido.

Segundo o google e os criadores da linguagem, o Go foi criado devido à frustração com as línguas e ambientes de programação de sistemas existentes. Segundo seus criadores, programação tinha-se tornado muito difícil e escolha da linguagem tem boa parte da culpa. Tinha-se que escolher entre compilação eficiente, execução eficiente ou a facilidade de programação, as três opções não estavam disponíveis na mesma linguagem.

Com todas as promessas e tendo como responsável o gigante google, muitos acabam esperando muito desta linguagem e até apostando em seu sucesso, como não poderia deixar de ser, o rarefecundo.com tem que ter um pouco de informação sobre esta novidade.

Fontes:

http://golang.org/

Segue editorial na integra. Para ler a revista clique na imagem abaixo.

Revista Espírito Livre – Ed. #013 – Abril 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #013 - Abril 2010

E cá estamos na edição de número 13, a edição de aniversário da Revista Espírito Livre. 12 meses se passaram em meio a alegrias e tristezas, dificuldades e tantos outros acidentes de percurso. Mas resistimos e mais fortes do que nunca nos firmamos junto a nossos leitores, que a cada mês esperam por uma nova edição.

Nestes 12 meses tivemos muitas presenças ilustres em nossas páginas, nacionais e internacionais, algumas mais populares, outras nem tanto, mas todas de alguma forma, contribuindo para a democratização da informação através de matérias, relatos, tutoriais, entrevistas e o que mais couber em nossas páginas.

Nesta edição trazemos em nossa capa, um grande e imponente GNU, mascote de um projeto que ao longo dos anos vem se fortalecendo através de novos colaboradores e nossos sub-projetos. O Projeto GNU e a Free Software Foundation fazem parte do cotidiano de muitas comunidades e seus representantes, em especial a figura de Richard Stallman, nosso entrevistado juntamente com Brian Gough, que fazem do projeto GNU e a FSF, parte de nossas vidas. Stallman é amado por muitos e odiado por outros, mas sempre está alí, presente e ativo em sua posição de evangelizador e um ícone da comunidade de software livre mundial. Stallman e Brian Gough, também do Projeto GNU, concederam uma entrevista bem interessante a nossa equipe, brilhantemente representada pelo colunista Alexandre Oliva, ativista conhecido por aqui em nosso Brasil, e no restante da América Latina também. Os entrevistados esclarecem diversas dúvidas e questões que sempre povoam o imaginário de muitos membros das comunidades de software livre.

Krix Apolinário, juntamente com Alexandre Oliva, Cesar Taurion, Cárlisson Galdino e Roberto Salomon trazem cada um em sua coluna, do seu jeito, excelentes contribuições. Não somente os colunistas, mas também todos os outros colaboradores, cada um a seu modo, contribuiu com uma parcela para que tivéssemos uma edição dígna de edição de aniversário. A capa, é arte do Cadunico, nosso artista. Walter Capanema e Luis Henrique Silveira apresentam dois artigos apresentando aspectos jurídicos de duas situações bastante polêmicas. Capanema trata da pirataria enquanto Luis Henrique fala da nova licitação do Programa Professor Digital, amplamente coberto pelas mídias e assunto do momento. Além da entrevista ligada ao tema de capa, conversamos Juliana Kryszczun conversou com Luciano Ramalho, desenvolvedor em Python. Jomar Silva, sem papas na língua, declara a morte das suítes de escritório, mas com um enfoque bastante consciente e fundamentado. Patrick Amorim fala sobre a Tecnologia PLC, que provê banda larga através da rede elétrica. E que tal controlar a proteção de tela do seu computador através de bluetooth? Marcelo Moreira Mello mostra o caminho das pedras. Filipo Tardim também apresenta como fazer uma remasterização do Ubuntu, do zero. Enquanto Wagner Emmanoel faz um review sobre a nova edição do Ubuntu que deve ser liberada essa semana. Igor Morgado também traz um artigo bem interessante sobre gerenciamento de redes enquanto Francilvio Alff fala sobre gestão do conhecimento e ferramentas wiki. Eliane Domingos e Igor Morgado, ambos da Gnutech, meus agradecimentos, que também se extendem a nossos parceiros que estão sempre nos ajudando.

Carlos Eduardo (o nosso artista) também mostra em um tutorial bem interessante como criar um fantasma utilizando o GIMP. Assombroso! E outro Carlos Eduardo, que não é artista mas um escritor de mão cheia, juntamente com a própria Revista Espírito Livre apresenta seu livro intitulado Ubuntu – Guia do Iniciante, que será lançado nesta semana, juntamente com o lançamento oficial do Ubuntu 10.04. Todos os outros colegas que contribuiram com materiais mas que não listados aqui não foram esquecidos, aliás serão lembrados sempre por mim e por nossos leitores que a cada mês fazem o download das edições com sede de conhecimento. Meus sinceros agradecimentos a todos vocês. Vocês ajudaram a construir uma edição recorde em número de páginas e em conhecimento.

E agora é a hora de soprar a velinha! Eu já fiz meu pedido. Você já fez o seu?!

8 de março de 2010 dia internacional da mulher. Fragilizadas pela sociedade sexista e excludente, assim como muitos outros grupos, as mulheres mesmo tendo seus direitos usurpados pela sociedade se sobressaíram, e hoje estão usufruindo de uma igualdade lhes atribuidas por direito natural.

Hoje é dia de lembrar das muitas mulheres que lutaram e lutam  pelos seus dreitos e contra o sexismo que teima em existir na nossa sociedade. Também deve ser aclamado aos que ainda não lutam por essa causa tão honroso e necessária.

A todas as mulheres, meus parabéns pela luta constante, não só contra os que retiram seus direitos, mas também lutam para que o mundo em que vivemos venha a ser  um lugar melhor.

Alguns exclarecimentos sobre a data:

Fonte: http://www.usp.br/agen/bols/2000/rede518.htm

Dia Internacional da Mulher: fatos e mitos

O dia 8 de março, em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, é constantemente associado a uma proposta da líder comunista alemã Clara Zetkin, feita em 1910, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, ocorrido em Copenhague, para lembrar operárias mortas num incêndio que teria ocorrido em Nova York, em 1857. Segundo a socióloga Eva Alterman Blay, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e coordenadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações de Gênero (Nemge), “o acidente de 1857 não aconteceu” e, durante o Congresso, a líder comu-nista propôs um Dia Internacional da Mulher, porém, sem definir uma data precisa para as comemorações. “O dia 8 de março baseia-se em fatos históricos diferentes daqueles que são freqüentemente repetidos sem uma consulta adequada”, afirma.

De acordo com Eva Blay, o incêndio relacionado ao Dia Internacional da Mulher é o que ocorreu no dia 25 de março de 1911, nos EUA, na Triangle Shirtwaist Company (Companhia de Blusas Triângulo), uma fábrica têxtil que ocupava o oitavo, o nono e o décimo andar de um prédio. A Triangle empregava 600 trabalhadores, a maioria mulheres imigrantes judias e italianas, com idade entre 13 e 23 anos. Fugindo do fogo, parte dos trabalhadores conseguiu alcançar as escadas descendo para a rua ou subindo no telhado. Outros desceram pelo elevador. Mas a fumaça e o fogo se expandiram, e muitos trabalhadores pularam das janelas para a morte. Algumas mulheres morreram nas próprias máquinas. Houve 146 vítimas fatais, sendo 125 mulheres e 21 homens. No funeral coletivo ocorrido dia 05 de abril compareceram cerca de 100 mil pessoas.

No local do incêndio está construída uma parte da Universidade de Nova York, onde consta a inscrição: “Neste lugar, em 25 de março de 1911, 146 trabalhadores perderam suas vidas no incêndio da Companhia de Blusas Triangle. Deste martírio resultaram novos conceitos de responsabilidade social e legislação do trabalho que ajudaram a tornar as condições de trabalho as melhores do mundo.”

Segundo Eva Blay, é muito provável que o sacrifício das trabalhadoras da Triangle tenha se incorporado ao imaginário coletivo da comemoração do Dia Internacional da Mulher pela luta por elas travada. Mas o processo de instituição de uma data comemorativa já vinha sendo elaborado pelas socialistas americanas e européias há alguns tempo, e foi confirmado com a proposta de Clara Zetkin em 1910.

“O dia 08 de março passou a ser comemorado mais intensamente na década de 60, após o fortalecimento do movimento feminista, quando também passaram a ser discutidos problemas da sexualidade, da liberdade ao corpo, do casamento e dos jovens”, relata. Embora não se conheça com precisão por que o dia 8 de março foi escolhido, o fato é que ele se consagrou ao longo do século XX. A consagração do direito de manifestação pública veio com o apoio internacional, em 1975, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a data como o Dia Internacional da Mulher.

http://www.usp.br/agen/bols/2000/rede518.htm

Matérias novas, e para continuar meus comentários relacionados as disciplina que estou cursando, tive que dar uma olhada no dicionário e achei algo interessante, (o mesmo ministrado Fagundes), o conceito de paradigma relacionado a linguagem, encontreis esta definição:
paradigma

(grego parádeigma, -atos)
s. m.
1. Algo que serve de exemplo geral ou de modelo. = padrão
2. Gram. Conjunto das formas que servem de modelo de derivação ou de flexão. = padrão
3. Ling. Conjunto dos termos ou elementos que podem ocorrer na mesma posição ou contexto de uma estrutura.

Então já temos que um paradigma relacionado a linguagem, tem a ver com um conjunto de termos ou elementos que podem ocorrer na mesma posição ou contexto de uma estrutura. Agora o que vem a ser uma paradigma de linguagem de programação?, bom isso eu devo ter na ponta da língua quando terminar essa disciplina.
Sobre a primeira aula, segue o que foi passado e a atividade que dever ser entregue o mais rápido possível, de preferência até dia 01/03/2010. Então boa sorte para os grupos, inclusive o grupo de quatro…

Conteúdo do trabalho.
Paradigmas de Linguagem de Programação

linguagens
1.PHP
2.JAVA
3.JAVA SCRIPT
4.C#
5.C
6.C++
7.V.B
8.J#
9.WHITE SPACE
10.LISP *
11.RUBY
12.PYTHON *
13.BRAINFUCK
14.LUA *
15.COBOL *
16.GROOVY
17.GO*
18.SIMULA
19.PERL
20.PROLOG*
21.SHELL SCRIPT
22.SMALL TALK*
23.OBJECT PASCAL
24.SML
25.PASCAL
26.FORTRAN
27.BASIC
28.DELPHI
29.CLIPPER
30.ASSEMPLY
31.ACTION SCRIPT
32.COLD FUSION
33.NATUAL
34.HASKELL
35.EIFELL
36.F#
37;SNOBOL
38.SQL
39.JOVIAL
40.ADA
41.SCHEME
42.LOTUS SCRIPT

* linguagens assinaladas para uso na letra a da questão 3.

Atividade

1.O que é linguagem de programação, citando a fonte.

2.De acordo com este conceito, quais destas não são linguagens de programação? Justifique.

3.Separem se em 6 grupos de 3 e um de 4, Enviar para fagundes@ceulp.edu.br:
a) A lista da linguagem assinalada de sua preferencia (+ preferida primeiro).

b) Por que preferiram fazer a primeira?

Enviar e-mail com o nome dos integrantes com o nome dos integrantes .

O Crime contra software, mas conhecido como “pirataria”, regido pelo artigo 12 da Lei 9.609/98, que prevê pena de detenção de seis meses a dois anos ou multa, é mais uma lei produzida pelos legisladores do Brasil, que possui tantos infratores que faltariam penitenciarias para tantos “criminosos”.

Usar copia de software sem ter a licença para tanto, mesmo sendo crime, é descumprida diariamente por milhões e milhões de brasileiros. Quadro que tente a se agravar ainda mais, tendo em vista que muitas empresas, no intuito de oferecer computadores a preços mais justos, têm vendido tais equipamentos sem sequer um sistema operacional, forçando aos compradores a solicitar a instalação dos programas pagando apenas a mão de obra.

É bem verdade que já estamos acostumados em manter leis por conveniência ou como dizem por aí, Leis para inglês ver. Mas bem que seria interessante, se fosse produzido um estudo, no intuito de nos informar sobre o impacto da aplicação real desta lei a toda a população. Posso conjecturar que seria algo muito negativo para o desenvolvimento tecnológico do nosso país.

Que atire a primeira pedra quem nunca usou um programa pirata, pois a hipocrisia da legislação está aí, dando margem para apoiar aquele que tentar o fazer. A lei da pirataria ao meu pensar é mais uma a entrar no histórico de leis que não pegou, por motivos não tão obscuros assim.

Thiago Amorim