Arquivo da categoria ‘Sistemas de Informação’

Estamos de volta com as postagens, espero que sejam frequentes, tanto quando nos tempos que ainda estava no CEULP-ULBRA. O primeiro projeto será subir à rede todo conteúdo acumulado nos anos que passei fazendo o curso de sistemas de informação, desde as disciplinas de introdução até as disciplinas finas e no final serão postados os trabalhos realizados no estágio supervisionado e no trabalho de conclusão de curso.

Como dito no meu discurso de colação de grau, foram anos não apenas de acumulo de conhecimento mas que também contribuíram para o meu crescimento como pessoa de um modo geral, por isso vou comentar tanto as partes técnicas, o que foi apreendido na disciplina quanto a parte pessoal, um tanto subjetiva, por isso podem dar um desconto para esta parte quando encontrar historias e estorias no meio das postagens.

Sem mais delongas vamos para o conteúdo das disciplinas, vou tentar comentar a ementa da disciplina e seguir a ordem da tabela abaixo que retirei da matriz de sistemas de informação de 2006 quando iniciei o curso, existe uma equivalência de disciplinas com relação a matriz que está sendo utilizada atualmente, então recomendo verificar a disciplina por conteúdo não pelo titulo da postagem que será o nome da disciplina da minha época.

 

DISCIPLINA

Fundamentos de Sistemas de Informação *
Conceitos Básicos da Computação *
Algoritmos e Programação I *
Algoritmos e Programação I *
Fundamentos de Sistemas de Informação *
Conceitos Básicos da Computação *
Matemática I
Cultura Religiosa
Estatística I
Lógica de Predicados
Algoritmos e Programação II
Arquitetura de Equipamentos para Informática
Metodologia Científica
Estruturas de Dados I
Matemática Discreta
Linguagem de Programação Orientada a Objetos I
Engenharia de Software I
Banco de Dados I
Linguagem de Programação Comercial
Análise Organizacional
Banco de Dados II
Estruturas de Dados II
Engenharia de Software II

DISCIPLINA

Gerência de Projetos
Sistemas de Informação I
Paradigmas de Linguagens de Programação
Interface Homem-Computador
Modelagem de Sistemas de Informação
Redes de Computadores I
Sistemas Operacionais
Sistemas de Informação II
Inteligência Artificial I
Desenvolvimento de Sistemas de Informação
Estágio Supervisionado em Sistemas de Informação
Optativa I
Segurança de Sistemas
Redes de Computadores II
Direito e Legislação em Informática
Empreendedorismo e Gestão
Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação I
Informática e Sociedade
Tópicos Avançados em Informática (redes 3)
Qualidade e Auditoria de Software
Psicologia nas Organizações
Optativa II
Trabalho de Conclusão de Curso em Sistemas de Informação II

 

Quanto mais gente resistir,
mais gente será Livre, e
mais gente será livre para ser Livre.

Para teu próprio bem e
em solidariedade a todos,
escolhe a liberdade.

Sê Livre!

FSF (Fundação Software Livre América Latina)
http://www.fsfla.org/svnwiki/selibre/

O texto acima me faz refletir sobre a comodidade e a prisão da convicção que a maioria das pessoas se encontram. Comodidade pois o medo da mudança as mantêm estagnadas, e na maioria das vezes convicções muitas vezes não fundamentadas ajudam a mantê-las   em seu estado de inércia.

Porém, muitos entendem que tudo nos afeta e tudo pode ser alterado com os nossos atos. Os abolicionistas, muitos brancos e em alguns casos, boa condição financeira, poderiam seguir seus antepassados e até mesmo a maioria absoluta dos seus contemporâneos, mas preferiram lutar pela liberdade.

Esta luta por liberdade, é importante que esteja sempre presente na mente de todos os indivíduos e que as pessoas percebam que a coletividade, mesmo que pequena pode fazer grandes transformações e nos manter livres no futuro. É importante frisar que quando digo coletividade não estou defendendo grupos isolados com convicções contrárias a liberdade de alguma forma.

Muitos devem ter percebido que a frase utilizada no início deste texto foi retirada do site da Fundação de Software Livre América Latina, que trabalham para assegurar liberdades na utilização dos softwares. Agora o que tem a ver o texto introdutório com o que escrevi até aqui? talvez você esteja se perguntando isso, então explico.

O uso do software proprietário nos tornou reféns dos programas de computador no sentido de que tal licença pode dizer o que você pode ou não fazer com um software que você pagou por ele. é certo que a maioria das pessoas não querem e nem irão desenvolver seu próprios devices drivers, ou alterar os programas que adquirem de alguma forma, mas ,  vetar esta possibilidade é algo que nem se quer deveria ser considerado, e esta é uma liberdade que nos foi tirada porém como a maioria das pessoas não sabem o que é um programa de computador não se acham prejudicadas.

Está bem até aqui, mas, e se alguém resolver fazer um programa personalizado para seu microondas com atualizações a cada 2 meses por um valor que você não gostaria de pagar? isso soa estranho? dê uma olhada aqui. agora e se você pensar o seguinte, seu neto ou bisneto sabe programar e pode arrumar para você seu microondas sua geladeira ou seu carro, porém ele não tem como pois você comprou o objeto, mas o programa que veio nele não é seu, então, ou você compra outro programa ou manda a empresa modificar.

Podem até achar que eu estou exagerado , mas é esta a verdade, ou lutamos para manter as liberdades mínimas hoje, ou no futuro que tivermos software em todo lugar na será realmente nosso.

Para finalizar, reapresento o poema de Bertold Brecht, que acredito ter muito em comum com o que eu estou pensando ao escrever este texto. Não deixem nossa liberdade ser retiradas por causa de comodismos.

Bertold Brecht

Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operárioDepois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável 

Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei

Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo

É isso meso, nos dias 18 e 19 de novembro acontece em Palmas o maior evento com foco em tecnologia da informação do Tocantins. e o mais importante é que fazendo a inscrição você ganha uma camiseta do evento e um ingresso para a ENCOFEST totalmente grátis.

Além da promoção citada, o ENCOINFO (Encontro de Estudantes de informática do Tocantins), reúne muitos estudantes das mais devesas instituições do estado com especialistas de tecnologia da informação do renomados no Brasil.

Este ano o evento contará com as seguintes presenças:

Prof. Dr. Gerson Gomes Cunha (GRVa/LAMCE/COPPE/UFRJ)
Inovação e TI na Indústria

Prof. Dr. Ruy J. Guerra B. de Queiroz (Cin/UFPE)
Forjando a Relação entre Conhecimento e Empreendimento – O Caso do Vale do Silício

Alan Tadeu Macedo Zago (CRP Consultores)
Trojans Bancários – Made in Brasil

Wolmer Godoi (Aker Security Solutions)
Segurança da Informação em Redes sem fio

Para mais informações acesse o site do evento http://www.ulbra-to.br/eventos/encoinfo/2010/

Quem nunca pegou um produto ou serviço com problemas? ou, melhor ainda, quem nunca teve que reclamar mas de uma vez do mesmo problema que está ocorrendo em um produto, ou que ocorre quando consumimos um serviço?, pois é, isso é algo até corriqueiro, mas se tudo der certo seus problemas terão acabado. Foi inventado um método #superultramega…, que vai ajudar as empresas a resolver de verdade os problemas que ocorrem nos produtos, serviços ou processos. É chamado de “o método das 8 disciplinas” e indica em detalhes como se deve agir para resolver de verdade um problema, de verdade porque tenta-se acabar com problemas recorrentes.

Um único detalhe interessante, antes de começarmos a ver em ‘profundidade’ este método e suas disciplinas, é que o dito (ou pelo menos um parecido (8D-like) foi usado pela primeira vez em 1987 pelo governo do EUA. O que nos faz pensar que deu tempo para eles melhorarem ele, eu acho, bom vamos lá.

O método das 8 disciplinas, é uma abordagem para solução de problemas ocorridos em produtos ou processos de produção, tem o intuito de identificar, corrigir e eliminar problemas recorrentes. A ideia é aumentar a sinergia entre os indegrantes da equipe de modo que todos possar dar sua contribuição para a solução do problema. No 8 D acredita-se que, a equipe (o todo) é melhor do que a soma dos seus membros (partes). Desta forma as indicações para solução de problemas se dá pela ação da equipe.

As 8 disciplinas ou etapas em que se divide tal método são:

1 – Formação da Equipe

Nesta etapa faz se a definição dos membros da equipe que trabalharão para solução do problema, a definição dos papeis de cada membro é muito importante. Um ponto importante fica para o líder da equipe, este deve ter as habilidades de líder e das ações necessárias para sanar o problema.

2 – Descrição do Problema

O problema é descrito em termos mensuráveis, verifica-se o mesmo é interno ou externo. Nesta etapa é que se tem em detalhes a localização e o definição clara do problema. Geralmente para identificação e detalhamento do problema usa-se o método 5W2H: O que (What), Quando (When), Quem (Who), Onde? (Where), porque? (Why), Como? (How) e Quanto (How much).

3 – Implementação de Ações de Bloqueios (contenções, interinas ou disposição).

Quando o problema estiver ocorrendo, pode-se pensar em uma ação paliativa (acho que esta é a palavra ideal), o problema não é resolvido por completo, mas há um bloqueio momentâneo até que se encontre a solução definitiva.

4 – Definição das Causas Básicas (Raízes)

A causa básica de uma falha ou problema é o seu fato gerador, e somente  com sua total eliminação o problema poderá ser resolvido” [1]. Nesta etapa são identificadas todas as causas essenciais que podem explicar a ocorrência do problema, São testadas as causa potencias e identifica-se as alternativas de ações para eliminação desta causa raiz. Para a verificação das causas raízes é utilizado o ‘Diagrama de causa e efeito’.

5 – Definição das Ações Corretivas Permanentes

Após a definição das causas básicas, são definidas as ações de correção a serem aplicadas nesta causa para que o problemas seja resolvido de forma permanente. Quando ocorre de através de um ‘brainstorn‘ a equipe chegar a mais de uma solução para a causa, pode se escolher a melhor ou prioritária usando o consenso da equipe.

6 – Executar e Avaliar Ações Corretivas Permanentes

Nesta etapa é feita a verificação da eficácia das ações permanentes, aplicada as causas raízes. Faz-se o controle das ações de modo que se assegure a eliminação da causa raiz.

“Após a implementação das ações corretivas permanentes é necessário remover as ações de bloqueio, trazendo o processo novamente à condição de normalidade.” [1]

7 – Impedir Recorrências

“Para cada ponto fraco identificado devem ser desenvolvidas ações necessárias para evitar a reincidência do problema, estas ações devem se devidamente implementadas, testadas e monitoradas. ” [1]. Este é ponto final da resolução do problema, nesta etapa é necessário que se tenha uma ceta segurança quanto a resolução definitiva do problema. A causa raiz e analisada de maneira a impedir que o problema, ou um similar venha ocorrer.

8 – Revisão Final e Reconhecimento da Equipe

Nesta etapa, o problema deve estar resolvido, e a não reincidência assegura. Aqui são feitos os reconhecimento tanto da equipe, quando dos esforços individuais. Por fim, o compartilhamento do conhecimento adquirido na resolução do problema deve ser compartilhado com toda a organização.

As disciplinas deste método podem ser aplicadas tanto ao produto de software, quanto ao processo de desenvolvimento dos mesmos. As atividades de testes no desenvolvimento de software são de alguma forma o ponto de melhor encaixe destas disciplinas. Isso não que dizer é claro que o conjunto de etapas não possa ser aplicado no processo de desenvolvimento como um todo.

Thiago Santos de Amorim

Para mais informações sobre o método das 8 disciplinas sigam os links:

[1] “Problem Solving Methodology – 8d” on Scribd http://www.scribd.com/doc/9688602

http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/qualidade/o_metodo_8d_-_as_8_disciplinas

http://manuelgross.bligoo.com/content/view/586988/Solucion-de-problemas-con-el-metodo-de-las-Ocho-Disciplinas.html

Uma das melhores revistas de informática da atualidade, a um click do seu mouse. segue editorial na integra da revista espirito livre, que nesta edição aborda a distribuição GNU\Linux UBUNTU. boa leitura.
Aproveitando o mote da revista, anunciamos que já estamos preparando o próximo install fest do UBUNTU 11.04 aqui em Palmas/Tocantins, quem se interessar em participar da organização do evento pode entra na lista que está em http://groups.google.com/group/uifto. Aos interessando também estamos com a comunicade do projeto de software livre no Tocantins que está em  http://softwarelivre.org/tolivre.
Revista Espírito Livre - Ed. #019 - Outubro 2010 

Revista Espírito Livre - Ed. n #019 - Outubro 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #019 - Outubro 2010

Chegamos a mais uma edição da Revista Espírito Livre, repleta de novidades, graças a uma equipe empenhada em contribuir com materiais e experiências. Esta edição tem em sua capa um símbolo que apresenta diversos significados, mas todos estes, de alguma forma, querem dizer basicamente a mesma coisa: liberdade, uma bandeira, inclusive defendida por este editorial. O Ubuntu foi chegando, chegando e hoje é reconhecido como a distribuição GNU/Linux mais popular entre os usuários do sistema do pinguim. E não é por menos: o público que de certa forma utiliza o Ubuntu são usuários órfãos do Windows, leigos e iniciantes em GNU/Linux num geral ou ainda aqueles que buscam facilidades e praticidade no uso do sistema. Estes últimos, em especial, querem simplesmente que o sistema funcione, e se encaixam aqui, empresas, profissionais liberais, desktops corporativos, escolas, e vários outros nichos. Sabe-se porém que, as principais tarefas que hoje são feitas em um sistema que roda Ubuntu, também podem ser feitas em sistemas como Fedora, OpenSuSE, Mandriva entre outros. Então, o que torna o Ubuntu diferente dos demais?! São seus usuários? Seria o seu criador, então? Muitos entretanto temem o crescimento desta distribuição, que na visão de certos usuários, “nasceu para engolir outras distribuições”. Estranhamente, outras tantas distribuições “nascem” justamente derivadas do Ubuntu e com público fiel e cativo, como é o caso do Linux Mint. Esta edição apresenta matérias que não tem o propósito de qualificar uma e desqualificar outra distribuição. O que se percebe é que a comunidade Ubuntu é forte, sólida, animada, participante do processo de desenvolvimento, acolhedora e está a todo vapor! Buscamos então, entrevistar aquele que, de certa forma, tornou o Ubuntu uma realização possível: Mark Shuttleworth.

Esta edição ainda traz muito mais: Bruno Rocha continua falando sobre Web2py, enquanto Otávio Santana fala sobre Java EE6. Carlos Eduardo conta sua experiência ao completar um ano de capas produzidas por ele para a Revista Espírito Livre. Roney Médice trata um assunto polêmico nos dias de hoje: a questão do anonimato na internet à luz da lei. Walter Capanema comenta sobre o Google Street View, recurso amado por uns e odiado por outros. Benjamim Góis fala de seu projeto de telecomunicações, o Jubarte. Enéias Ramos também fala de seu projeto, o X-Money. Em meio a tantas matérias legais ainda arrumamos tempo para entrevistar Marc Laporte, criador do Tiki Wiki, uma ferramenta Wiki bastante peculiar e que se encontra em amplo desenvolvimento. Ainda temos matérias sobre Android, MAEMO, LibreOffice e muito mais.

Além destes já citados, vários outros, igualmente competentes, contribuiram na produção de material para a edição e a estes também fica o meu agradecimento. Sem a participação de uma equipe comprometida e profissional, a construção de uma publicação como a Revista Espírito Livre simplesmente não acontece.

Tivemos vários sorteios e o nome dos contemplados podem ser conferidos na seção PROMOÇÕES. Novas promoções estão em aberto e se você ainda não ganhou, corra! Quem sabe o próximo ganhador pode ser você. Aproveitamos para reafirmar que várias promoções para os leitores acontecem em nosso site oficial e em nossas redes sociais. Então fiquem atentos! O que não saiu na revista, certamente estará em um destes meios.

Um grande abraço a todos nossos leitores e colaboradores. Espero encontrá-los na Latinoware 2010, que acontece em Foz do Iguaçu/PR, onde estamos planejando nos encontrar para um bate-papo legal entre os que ajudam sendo leitores e os que ajudam sendo colaboradores. Sem estas, a revista não teria chegado onde chegou! Até lá!

Simulação de rede MPLS utilizando o NETKIT, este é o título do trabalho que fiz no semestre passado para a disciplina de estágio supervisionado em sistemas de informação. Graças a DEUS conseguir passar por mais essa disciplina (risos).

Logo abaixo está o atalho para o documento gerado e para a apresentação. Deve ter algumas falhas, talvez por isso não tenha tirado 10 (risos outra vez), mas está razoável, afinal, eu acho que teve até um elogio…é acho que não, nem me lembro.

Gostaria de comentar  o que foi produzido, de forma mais técnica. Em outra oportunidade eu posto o conteúdo do texto, comentado aqui. Em quando isso fiquem à vontade para  comentar o trabalho que foi produzido.

No wordpress

Simulação de rede MPLS utilizando o NETKIT, documento

SIMULAÇÃO DE REDE MPLS UTILIZANDO O NETKIT, apresentação

No scribd

http://www.scribd.com/doc/34655551 documento

http://www.scribd.com/doc/34707997 apresentação

Revista Espírito Livre – Ed. #014 – Maio 2010

Revista Espírito Livre - Ed. #014 - Maio 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #014 - Maio 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #014 - Maio 2010

Baixa já a última edição da revista espírito livre de número 14, boa leitura, segue o editorial na integra.

O aniversário da Revista Espírito Livre passou e conseguimos nos consolidar como uma publicação mensal de qualidade, respeito e querida pelos nossos leitores. A cada mês chegam mais e mais comentários nos incentivando a continuar, nos dando um feedback positivo em relação as matérias veiculadas nas edições, pedindo que por favor, diminuamos o número de páginas pois não está dando tempo de acompanhar tanta coisa. Considero este pedido em especial um elogio pois não é nada fácil manter uma publicação mensal, e se ela apresenta o leitor uma quantidade tão grande e rica de material que o mesmo não dá conta de acompanhar, sinal que estamos no caminho certo. Recomendamos porém que estes que não dão conta de ler tudo, que tenham calma, pois a edição não precisa ser devorada em um mês, recorra a ela sempre que necessário. Tivemos algumas baixas em nosso time, mas também ganhamos vários novos colaboradores. Nossa equipe vai se renovando e se fortalecendo a cada dia, prova de nosso amadurecimento e empenho diário em entregar aos leitores uma publicação de qualidade e gratuita.

A edição deste mês de maio traz em sua capa o tema amplamente difundido, confundido e polêmico: P2P. Salvação para muitos e tormento para outros, o P2P mostra que chegou para ficar, sendo usada de diversas formas, não somente para troca de arquivos entre pares, ou ainda confundida com uma tecnologia a serviço do crime. Nas próximas páginas o leitor se deparará com relatos, entrevistas e matérias que demonstram que o P2P pode ser usado como um aliado às tecnologias hoje existentes. Josh Bernard, que é um de nossos entrevistados da edição, utilizará BitTorrent para promover e distribuir sua próxima produção, uma série de TV chamada Pionner One. Também conversamos com Andrew Resch, desenvolvedor do Deluge, um software para compartilhamento de arquivos em BitTorrent. Walter Capanema comenta exatamente sobre o BitTorrent ser uma ferramenta para compartilhamento ou para pirataria, uma discussão que vai longe… Jomar Silva inclusive diz que combater as redes P2P para impedir o compartilhamento é matar o mensageiro e não a mensagem. Alexandre Oliva também diz que o compartilhamento de obras culturais é natural do ser humano e que embora muitos tenham recorrido a modelos cliente/servidor, como é caso do BitTorrent, para ganhar acesso a obras através de bibliotecas, as práticas de empréstimo, doação, escambo e venda de obras diretamente entre pares é ainda mais antiga que a escrita.

Batemos um papo com Carlos Eduardo do Val, autor do livro Ubuntu – Guia do Iniciante, já mencionado por aqui. Ele nos fala como teve a ideia de escrever o livro, suas motivações, entre outros. Também conversamos com Salsaman, figura conhecida já no cenário nacional/internacional por diversos motivos, entre eles ajudar no desenvolvimento do editor de vídeo LiVES. Krix Apolinário apresenta aos leitores um dia tranquilo na vida de uma sysadmin, algo meio difícil de imaginar! Edgard Arthur Michel fala de seu projeto, o CrowdLabore que reune Crowdsourcing e Colaboração. Wilkens Lenon levanta uma questão interessante sobre o software livre como paradigma da liberdade da rede enquanto Ricardo Martiniano fala do recente protesto de comunidades Linux no Orkut. Miguel Koren apresenta o OpenBravo, uma solução bastante eficiente de ERP para empresas. Igor Morgado descreve um processo interessante para backups no Ubuntu, situação que rotineiramente nos envolve. Conversamos ainda com David LeDuc, da ODF Alliance, que expõe muito bem estes 5 primeiros anos de ODF, um formato aberto para documentos.

Confesso que às vezes fica até difícil comentar sobre todos que ajudaram na edição, porém extendo meus agradecimentos a todos que contribuiram direta ou indiretamente para mais um número da Revista Espírito Livre, citados aqui ou não. Sem vocês, nunca chegaríamos onde chegamos. Nos vemos por aí, partilhando conhecimento… sempre.

Inico Apresentação

Para os que acompanharam as postagens anteriores sobre o GO, e fez a instalação do dito em seu sistema linux ou windows, segue a apresentação que fizemos sobre esta linguagem, detalhes dentro temos o ola mundo! e mais alguns exemplos que podem ser utilizados pela sua instalação ou usando o compilador online para testar a linguagem.

No final da apresentação o professor Fabiano Fagundes passou a seguinte atividade sobre a linguagem em questão:

As formas de declaração de variáveis no GO, estão relacionadas a qual critério de legibilidade?
Explique, detalhando pontos fortes e pontos fracos desta forma de declaração, considerando o que foi apresentado na teoria (SEBESTA).

Link para a apresentação

https://docs.google.com/present/view?id=0Af-57dfHerNGZGNxOHE5Z2tfNDVjd2d0ZnRocg&hl=pt_BR

Faça o download em PDF: Apresentacao_GO_Paradigmas_de_LP

link para o compilador online http://gofmt.com

Para os que não utilizam o linux, estou postando este passo a passo para instalação e configuração do compilador. Um detalhe que deve ser considerado é que esta versão suporta apenas os windows 2000 e XP.

baixe o GO versão para windows clicando neste link, e descompacte o conteúdo do arquivo baixado em c:\go

Em seguida vamos criar as variáveis de ambiente, clique com o botão direito do mouse em meu computador em seguida clique em propriedades, vai aparecer a guia de propriedades você terá que ir na aba avançado e clicar no botão variáveis de ambiente.

Nesta nova tela que abrir, em variáveis do sistema clique em nova e adiciona as seguintes variáveis:

Nome Valor
GOBIN C:\go\bin
GOARCH 386
GOOS mingw
GOROOT C:\go

Após criar as variáveis acima é necessário adicionar o %GOBIN% no path, para fazer isso encontre a variável path na lista de variáveis selecione e clique em editar, no final da linha com o valor da variável adicione “;” se não tiver e em seguida %GOBIN% , agora abra o teminal em executar depois digite cmd, em seguida na tela preta com linhas bancas, digite 8l, se deu um erro diferente de comando não encontrado parabéns você instalou o GO.

Agora vamos para a próxima postagem fazer o ola mundo! e aprender um pouco da linguagem.

Continuando com a serie de postagens sobre a linguagem GO, o rarefecundo.com trás a instalação e configuração do mesmo nos sistemas operacionais linux.

Instalação no LINUX/MAC

No site golang.com existe um tutorial com passo a passo para instalação e configuração do sistema, nestes dois SOs. Mas achei muito interessante o script  produzido pelo Daniel Mazza que pode ser baixado neste endereço: http://migre.me/LSSZ

Vamos mostar como fazer a instalação manual depois faremos a instalação usando o script do Mazza.

para fazer a instalação no linux, eu usei o ubuntu 9.10/64bits para fazer esse post, vamos seguir os seguintes passos:

Primeiro: A configuração das variáveis e abaixo está as combinações possíveis a serem usadas nos passos que se seguem,

$GOOS $GOARCH
darwin 386
darwin amd64
freebsd 386
freebsd amd64
linux 386
linux amd64
linux arm
nacl 386

No nosso caso a combinação utilizada foi a linux/amd64, detalhes eu uso core2duo intel, o fato é que a arquitetura de 64bits inicial foi da amd por isso foi colocado este nome para ela, mas como é um padrão tanto os processadores da amd quanto os da intel usam essa arquitetura.

Escolhemos a pasta /HOME/go  para ser a pasta raiz da aplicação

Escolhido o local de instalação vamos agora as variáveis. Para registrá-las use os comandos:

export GOROOT=$HOME/go
export GOBIN=$HOME
/bin
export GOOS=linux
export GOARCH=amd64
export PATH=$PATH:$HOME
/bin

inicialmente você terá que digitar as linhas acima para fazer a instalação .

para não precisar fazer o registro das variáveis todas as vezes que o sistema for reiniciado edite o arquivo .baschrc ou .profile, no meu caso foi o .bachrc usei o comando

$ sudo gedit /home/nomeUsuario/.bashrc

é só adicionar no final do arquivos as linhas acima, lembrado que nomeUsuario deve ser substituído pelo seu usuário no sistema.

para conferir se as variáveis foram registradas digite:

$ env | grep ‘^GO’   (se for copiar esta linha, redigite as aspas simples.)

Segundo: Baixando os pacotes necessários.

vamos instalar algumas ferramentas  necessárias para baixar os pacotes a serem compilados do GO.

$ sudo apt-get install bison gcc libc6-dev ed gawk make

$ sudo apt-get install mercurial

em seguida vamos baixar os pacotes que serão compilados,

$ hg clone -r release https://go.googlecode.com/hg/ $GOROOT

crie o diretório necesśario e em seguida faça a instalação

$ mkdir ~/bin 2> /dev/null

$  cd $GOROOT/src

$  ./all.bash

se tudo deu certo (provavelmente não) você está com o go instalado na sua maquina. para testar digite no terminal 6l ou 8l caso apareça algo diferente de command not fount, parabéns você conseguiu instalar agora é só esperar a próxima postagem com o ola mundo. caso contrário recomendo o uso do script do Mazza http://migre.me/LSSZ

baixe e depois descompacte o conteúdo para a pasta de usuário.

Acesse esta pasta:

$ /home/nomeUsuario/GoInstaller

e em seguida execute o script, ele vai pedir para confirmar a arquitetura e o SO, se seu linux for de 64bits será o linux/amd64. é só aguardar o dito fazer o trabalho.

até a próxima!

fontes:

http://golang.org/doc/install.html