Arquivo da categoria ‘Análise Organizacional’

A revista AREDE edição 51, de setembro de 2009, nos trouxe o artigo do sociólogo Sergio Amadeu dacapa 51 Silveira, intitulado “twitter na escola ajuda?”.  o qual foi copiado na integra com os devidos créditos para o rarefecundo.com.

Aproveitando a deixa, a revista AREDE é uma das, senão a melhor revista que trada de assuntos ligados a inclusão digital no páis.Todo o conteúdo das edições da revista estão disponíveis no site da mesma. www.arede.inf.br

As instituição que trabalham com inclusão digital como telecentros e etc, recebem a revista gratuitamente é só se cadastrar no site, talvez seja interessante a projeto NET da professora Cristina se cadastrar para receber tal publicação.

“Existem múltiplas formas de fazer do nanoblog um assistente divertido e eficaz, em sala de aula.”
Sergio Amadeu da Silveira

O Twitter pode ser uma boa ferramenta para a Educação? Como um nanoblog com 140 caracteres pode apoiar o processo de ensino-aprendizado? O Twitter usado em sala de aula garantirá a múltipla atenção dos estudantes ou simplesmente gerará um processo de dispersão? Quais outras possibilidades de uso educacional do Twitter?

Essas questões são cada vez mais importantes. Isso porque o Twitter não é mais uma atividade de nerds e super-usuários da internet. O Twitter já ultrapassou 1 milhão de participantes, somente no Brasil. A tendência é crescer ainda mais. Além disso, o Twitter permite uma grande versatilidade de uso. Alguns dizem que se presta mais a divulgação de ideias e dicas. Na realidade, o Twitter pode ter usos muito mais variados. Algumas pessoas usam para expressar sentimentos, outras para cobrir eventos e algumas até para denunciar políticas ou políticos que consideram nefastos.

Para aprofundar um pouco as possibilidades de uso do Twitter no ensino formal, traduzi algumas ideias das pesquisadoras romenas Gabriela Grosseck e Carmen Holotescu, que em 2008 escreveram um documento intitulado “Can we use Twitter for educational activities?”, ou, “Podemos usar o Twitter para atividade educaionais?” Gabriela e Carmen exploraram questões pragmáticas sobre o potencial do Twitter como ferramenta educacional, baseando-se em suas próprias experiências. Uma primeira possibilidade é a criação de comunidades de alunos. A ideia é twittar em sala de aula ou fora dela sobre temas de interesse da disciplina.

Explorando a escrita colaborativa, é possível promover atividades de busca de conteúdo na rede e dispor as descobertas para os colegas. Tais buscas podem ser divertidas e as dicussões no próprio twitter podem ser bem proveitosas, mesmo que não sejam realizadas em tempo real. Os alunos podem realizar as suas postagens (twittar), endereçadas aos seguidores do perfil da sua turma, para perguntar e esclarecer dúvidas sobre o tema da pesquisa proposta pelo professor. Também podem refletir conjuntamente sobre a pertinência ou a compreensão coletiva de determinados fatos.

Minha sugestão é trabalhar com as #hashtags ou hashtags, quando se está pesquisando um tema. O processo é bem simples. A turma decide que todos que escreverem sobre aquele tema no início ou no final da postagem coloquem um identificador do assunto, ou seja, uma hashtag. Por exemplo: todo mundo que estiver participando da pesquisa sobre Machado de Assis deve incluir na frase a hashtag #machado. Com isso, depois basta clicar na hashtag para obter as postagens de todo mundo que escreveu algo sobre o autor. Assim, é possível resgatar toda a discussão, dicas, dúvidas e declarações realizadas.

A turma pode, inclusive, usar as postagens feitas no Twitter para editar um blog com um novo ordenamento das informações coletadas. Assim, dá para fazer uma análise crítica de todo o processo e requalificá-lo. A definição do tagueamento ou etiquetagem das postagens pode ser muito útil não só para recuperar informação, mas para definir exatamente o que a turma está procurando. Discutir o nome mais adequado da tag é, em si, um exercício não somente escolar, mas também que ajuda as pessoas a entenderem a importância da web semântica.

De volta às proposições das pesquisadoras romenas, o Twitter serve também para a classe debater com um cientista, personagem ou professor que está em outra cidade. Usando uma hashtag combinada com o convidado, que está à distância, a turma pode transformar o Twitter em “uma sala de conferência”. A dificuldade é coordenar o debate para que não seja uma “gritaria digital”. Mas essa é uma das situações que fazem parte do aprendizado do uso da ferramenta. Depois do debate online, em tempo real, os alunos podem recuperá-lo a partir da hashtag para uma análise posterior mais profunda.

Outro exercício bem interessante e divertido é levar a turma para a sala de internet e combinar que cada um deve imediatamente escrever a continuidade do texto do outro. Mas o tema deve ser aquele que está sendo estudado. Assim, é possível avaliar a compreensão e o desempenho de modo participativo. As sentenças devem fazer sentido para a correta compreensão do problema que está sendo estudado. O professor pode incentivar, postando uma frase ou pergunta inicial e as pessoas têm trinta segundos para escrever, seguindo uma ordem previamente combinada.

Entre as várias possibilidades de uso educacional do Twitter, coloco a do estudo do meio com o uso de celulares que têm câmera fotográfica e envio para o twitpic (http://twitpic.com/) – aplicação que permite expor as imagens que os twitters captaram. Aulas de geografia e jogos narrativos, tais como a história da sua rua ou do bairro, podem ser realizadas pela turma, que irá participar e analisar conjuntamente o processo.

Enfim, o uso do Twitter ou do identi.ca, um
microblogging livre, no processo de ensino e aprendizagem, pode melhorar a integração dos alunos e incentivar a autonomia de pesquisa na rede e o compartilhamento de soluções. Sem dúvida, o uso da rede e do próprio nanoblogging
em sala de aula pode gerar dispersão e baixo aproveitamento se não for planejado e bem orientado. Por isso, o professor deve cada vez mais assumir a posição de um navegador experiente. É preciso superar o ensino verticalizado, centrado exclusivamente na hierarquia e encontrar novas formas de aprendizado em rede.

Sergio Amadeu da Silveira é sociólogo, considerado um dos maiores defensores e divulgadores do software livre e da inclusão digital no Brasil. Foi precursor dos telecentros na América Latina e presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação.

Na segunda aula da disciplina Analise Organizacional, foram passados duas atividades a serem desenvolvidas. A atividade número 03 que foi concluída no final da aula, na qua foi solicitado que grupos de 5 integrantes fizessem uma definição de “aprendizagem organizacional.”

E o trabalho 02 que segue o seguinte esquema:

Grupo de no minimo 3 e no máximo 5 integrantes

Cada equipe deverá localizar na internet, a visão e a missão de 5 empresas, indicando a fonte.
– deverá ser enviado por email até as 18 horas da sexta feira (21/08/2009).
– não poderá haver repetição de empresas entre as equipes.

Para podermos fazer de formacolaborativa criamos um grupo no qual consta o endereço para um documento colaborativo, que deverá ser peenchido por todas as equipes.

endereço do grupo.

Grupos do Google
CEULP- ULBRA – Análise Organizacional – 2009 – 2
Visitar este grupo
Análise Organizacional (Aula 1 – 07/08/2009)
Foi passado apenas uma atividade, não houve aula normal pois alguns professores estavam na formatura do pessoal de redes e sistemas.
A atividade que é individual, deve ser entregue na próxima aula – 14/08/2009,  escrito ou impresso.
Ler o texto : O FUTURO DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: POSSIBILIDADES E DESAFIOS
Após leitura atenta, apresente suas conclusões a partir dos questionamentos abaixo. “Apresente argumentos lógicos e coerentes, A redação do seu texto deve representar o que se espera de um profissional competente em suas tarefas”
Por que “a aprendizagem organizacional pode ser vista como uma abordagem bastante promisso e condizente com as tendencias  e novas formas de organização do trabalho”?
A aprendizagem organizacional se dá somente ao se estabelecer formalmente seu formato? Por quê?
Quais seriam, os novos desafios organizacionais que apresentariam pontos em comum com  a aprendizagem organizacional? Apresente no minimo três exemplos, justificando esta relação.
Thiago Santos de Análise Organizacional (Aula 1 – 07/08/2009)

Foi passado apenas uma atividade, não houve aula normal pois alguns professores estavam na formatura do pessoal de redes e sistemas.

A atividade que é individual, deve ser entregue na próxima aula – 14/08/2009, escrito ou impresso.

Ler o texto : O FUTURO DA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL: POSSIBILIDADES E DESAFIOS

Após leitura atenta, apresente suas conclusões a partir dos questionamentos abaixo. “Apresente argumentos lógicos e coerentes, A redação do seu texto deve representar o que se espera de um profissional competente em suas tarefas”

  • Por que “a aprendizagem organizacional pode ser vista como uma abordagem bastante promisso e condizente com as tendencias e novas formas de organização do trabalho”
  • A aprendizagem organizacional se dá somente ao se estabelecer formalmente seu formato? Por quê?
  • Quais seriam, os novos desafios organizacionais que apresentariam pontos em comum com a aprendizagem organizacional? Apresente no minimo três exemplos, justificando esta relação.

Thiago Santos de Amorim

Segue o plano de ensino e as informações que provavelmente serão postadas aqui no decorrer do semestre, no que se refere a disciplina de AO.

Os trabalhos iniciais me chamaram a atenção pela forte ligação com gestão tecnológica, além de ser uma disciplina que possui conteúdos transdisciplinares, como o que está sendo passado na sua “aula” introdutória e que será postado nos próximos dias.

Como de início veremos um pouco de aprendizagem organizacional, segue dois links com trabalhos que podem ser interessantes para os que ainda estão totalmente por fora do que será visto nesta disciplina.

http://www.cinform.ufba.br/vi_anais/docs/TeresinhaRenatoIsabelRamone.pdf

http://www.fpce.uc.pt/nefog/conf/publicacoes/files/lcaprdorg

Thiago Amorim

Conteúdo

Apresentar ao aluno os conceitos centrais e os paradigmas no estudo das organizações; apresentar ferramentas e metodologias que auxiliem a análise organizacional. Conceituar e exemplificar as teorias de aprendizagem organizacional e cultura das organizações. Apresentar métodos e técnicas que auxiliem o processo de tomada de decisão.

Competências

Analisar e compreender os processos organizacionais de uma empresa.
Avaliar e propor alternativas aos processos organizacionais utilizados.
Ser capaz de realizar a análise da estrutura de uma organização e desenvolver seu planejamento estratégico.

Habilidades

Conhecer os tipos de estruturas organizacionais existentes.
Caracterizar os diferentes setores de uma organização.
Conhecer sistemas de comunicação e de tomada de decisão.
Desenvolver um planejamento estratégico para uma organização.
Criar mapas estratégicos de acordo com o balanced scorecard.

Programa

Estrutura organizacional.
Teoria clássica das organizações.
Tipos de estruturas organizacionais:
.Funcional
.Divisionária
.em Rede
.Matricial
.Linha
.por Projeto
.Linear
Planejamento Estratégico
Mapas estratégicos
Balanced Scorecard

mais informações em http://www.ulbra-to.br