É isso meso, nos dias 18 e 19 de novembro acontece em Palmas o maior evento com foco em tecnologia da informação do Tocantins. e o mais importante é que fazendo a inscrição você ganha uma camiseta do evento e um ingresso para a ENCOFEST totalmente grátis.

Além da promoção citada, o ENCOINFO (Encontro de Estudantes de informática do Tocantins), reúne muitos estudantes das mais devesas instituições do estado com especialistas de tecnologia da informação do renomados no Brasil.

Este ano o evento contará com as seguintes presenças:

Prof. Dr. Gerson Gomes Cunha (GRVa/LAMCE/COPPE/UFRJ)
Inovação e TI na Indústria

Prof. Dr. Ruy J. Guerra B. de Queiroz (Cin/UFPE)
Forjando a Relação entre Conhecimento e Empreendimento – O Caso do Vale do Silício

Alan Tadeu Macedo Zago (CRP Consultores)
Trojans Bancários – Made in Brasil

Wolmer Godoi (Aker Security Solutions)
Segurança da Informação em Redes sem fio

Para mais informações acesse o site do evento http://www.ulbra-to.br/eventos/encoinfo/2010/

Quem nunca pegou um produto ou serviço com problemas? ou, melhor ainda, quem nunca teve que reclamar mas de uma vez do mesmo problema que está ocorrendo em um produto, ou que ocorre quando consumimos um serviço?, pois é, isso é algo até corriqueiro, mas se tudo der certo seus problemas terão acabado. Foi inventado um método #superultramega…, que vai ajudar as empresas a resolver de verdade os problemas que ocorrem nos produtos, serviços ou processos. É chamado de “o método das 8 disciplinas” e indica em detalhes como se deve agir para resolver de verdade um problema, de verdade porque tenta-se acabar com problemas recorrentes.

Um único detalhe interessante, antes de começarmos a ver em ‘profundidade’ este método e suas disciplinas, é que o dito (ou pelo menos um parecido (8D-like) foi usado pela primeira vez em 1987 pelo governo do EUA. O que nos faz pensar que deu tempo para eles melhorarem ele, eu acho, bom vamos lá.

O método das 8 disciplinas, é uma abordagem para solução de problemas ocorridos em produtos ou processos de produção, tem o intuito de identificar, corrigir e eliminar problemas recorrentes. A ideia é aumentar a sinergia entre os indegrantes da equipe de modo que todos possar dar sua contribuição para a solução do problema. No 8 D acredita-se que, a equipe (o todo) é melhor do que a soma dos seus membros (partes). Desta forma as indicações para solução de problemas se dá pela ação da equipe.

As 8 disciplinas ou etapas em que se divide tal método são:

1 – Formação da Equipe

Nesta etapa faz se a definição dos membros da equipe que trabalharão para solução do problema, a definição dos papeis de cada membro é muito importante. Um ponto importante fica para o líder da equipe, este deve ter as habilidades de líder e das ações necessárias para sanar o problema.

2 – Descrição do Problema

O problema é descrito em termos mensuráveis, verifica-se o mesmo é interno ou externo. Nesta etapa é que se tem em detalhes a localização e o definição clara do problema. Geralmente para identificação e detalhamento do problema usa-se o método 5W2H: O que (What), Quando (When), Quem (Who), Onde? (Where), porque? (Why), Como? (How) e Quanto (How much).

3 – Implementação de Ações de Bloqueios (contenções, interinas ou disposição).

Quando o problema estiver ocorrendo, pode-se pensar em uma ação paliativa (acho que esta é a palavra ideal), o problema não é resolvido por completo, mas há um bloqueio momentâneo até que se encontre a solução definitiva.

4 – Definição das Causas Básicas (Raízes)

A causa básica de uma falha ou problema é o seu fato gerador, e somente  com sua total eliminação o problema poderá ser resolvido” [1]. Nesta etapa são identificadas todas as causas essenciais que podem explicar a ocorrência do problema, São testadas as causa potencias e identifica-se as alternativas de ações para eliminação desta causa raiz. Para a verificação das causas raízes é utilizado o ‘Diagrama de causa e efeito’.

5 – Definição das Ações Corretivas Permanentes

Após a definição das causas básicas, são definidas as ações de correção a serem aplicadas nesta causa para que o problemas seja resolvido de forma permanente. Quando ocorre de através de um ‘brainstorn‘ a equipe chegar a mais de uma solução para a causa, pode se escolher a melhor ou prioritária usando o consenso da equipe.

6 – Executar e Avaliar Ações Corretivas Permanentes

Nesta etapa é feita a verificação da eficácia das ações permanentes, aplicada as causas raízes. Faz-se o controle das ações de modo que se assegure a eliminação da causa raiz.

“Após a implementação das ações corretivas permanentes é necessário remover as ações de bloqueio, trazendo o processo novamente à condição de normalidade.” [1]

7 – Impedir Recorrências

“Para cada ponto fraco identificado devem ser desenvolvidas ações necessárias para evitar a reincidência do problema, estas ações devem se devidamente implementadas, testadas e monitoradas. ” [1]. Este é ponto final da resolução do problema, nesta etapa é necessário que se tenha uma ceta segurança quanto a resolução definitiva do problema. A causa raiz e analisada de maneira a impedir que o problema, ou um similar venha ocorrer.

8 – Revisão Final e Reconhecimento da Equipe

Nesta etapa, o problema deve estar resolvido, e a não reincidência assegura. Aqui são feitos os reconhecimento tanto da equipe, quando dos esforços individuais. Por fim, o compartilhamento do conhecimento adquirido na resolução do problema deve ser compartilhado com toda a organização.

As disciplinas deste método podem ser aplicadas tanto ao produto de software, quanto ao processo de desenvolvimento dos mesmos. As atividades de testes no desenvolvimento de software são de alguma forma o ponto de melhor encaixe destas disciplinas. Isso não que dizer é claro que o conjunto de etapas não possa ser aplicado no processo de desenvolvimento como um todo.

Thiago Santos de Amorim

Para mais informações sobre o método das 8 disciplinas sigam os links:

[1] “Problem Solving Methodology – 8d” on Scribd http://www.scribd.com/doc/9688602

http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/qualidade/o_metodo_8d_-_as_8_disciplinas

http://manuelgross.bligoo.com/content/view/586988/Solucion-de-problemas-con-el-metodo-de-las-Ocho-Disciplinas.html

Uma das melhores revistas de informática da atualidade, a um click do seu mouse. segue editorial na integra da revista espirito livre, que nesta edição aborda a distribuição GNU\Linux UBUNTU. boa leitura.
Aproveitando o mote da revista, anunciamos que já estamos preparando o próximo install fest do UBUNTU 11.04 aqui em Palmas/Tocantins, quem se interessar em participar da organização do evento pode entra na lista que está em http://groups.google.com/group/uifto. Aos interessando também estamos com a comunicade do projeto de software livre no Tocantins que está em  http://softwarelivre.org/tolivre.
Revista Espírito Livre - Ed. #019 - Outubro 2010 

Revista Espírito Livre - Ed. n #019 - Outubro 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #019 - Outubro 2010

Chegamos a mais uma edição da Revista Espírito Livre, repleta de novidades, graças a uma equipe empenhada em contribuir com materiais e experiências. Esta edição tem em sua capa um símbolo que apresenta diversos significados, mas todos estes, de alguma forma, querem dizer basicamente a mesma coisa: liberdade, uma bandeira, inclusive defendida por este editorial. O Ubuntu foi chegando, chegando e hoje é reconhecido como a distribuição GNU/Linux mais popular entre os usuários do sistema do pinguim. E não é por menos: o público que de certa forma utiliza o Ubuntu são usuários órfãos do Windows, leigos e iniciantes em GNU/Linux num geral ou ainda aqueles que buscam facilidades e praticidade no uso do sistema. Estes últimos, em especial, querem simplesmente que o sistema funcione, e se encaixam aqui, empresas, profissionais liberais, desktops corporativos, escolas, e vários outros nichos. Sabe-se porém que, as principais tarefas que hoje são feitas em um sistema que roda Ubuntu, também podem ser feitas em sistemas como Fedora, OpenSuSE, Mandriva entre outros. Então, o que torna o Ubuntu diferente dos demais?! São seus usuários? Seria o seu criador, então? Muitos entretanto temem o crescimento desta distribuição, que na visão de certos usuários, “nasceu para engolir outras distribuições”. Estranhamente, outras tantas distribuições “nascem” justamente derivadas do Ubuntu e com público fiel e cativo, como é o caso do Linux Mint. Esta edição apresenta matérias que não tem o propósito de qualificar uma e desqualificar outra distribuição. O que se percebe é que a comunidade Ubuntu é forte, sólida, animada, participante do processo de desenvolvimento, acolhedora e está a todo vapor! Buscamos então, entrevistar aquele que, de certa forma, tornou o Ubuntu uma realização possível: Mark Shuttleworth.

Esta edição ainda traz muito mais: Bruno Rocha continua falando sobre Web2py, enquanto Otávio Santana fala sobre Java EE6. Carlos Eduardo conta sua experiência ao completar um ano de capas produzidas por ele para a Revista Espírito Livre. Roney Médice trata um assunto polêmico nos dias de hoje: a questão do anonimato na internet à luz da lei. Walter Capanema comenta sobre o Google Street View, recurso amado por uns e odiado por outros. Benjamim Góis fala de seu projeto de telecomunicações, o Jubarte. Enéias Ramos também fala de seu projeto, o X-Money. Em meio a tantas matérias legais ainda arrumamos tempo para entrevistar Marc Laporte, criador do Tiki Wiki, uma ferramenta Wiki bastante peculiar e que se encontra em amplo desenvolvimento. Ainda temos matérias sobre Android, MAEMO, LibreOffice e muito mais.

Além destes já citados, vários outros, igualmente competentes, contribuiram na produção de material para a edição e a estes também fica o meu agradecimento. Sem a participação de uma equipe comprometida e profissional, a construção de uma publicação como a Revista Espírito Livre simplesmente não acontece.

Tivemos vários sorteios e o nome dos contemplados podem ser conferidos na seção PROMOÇÕES. Novas promoções estão em aberto e se você ainda não ganhou, corra! Quem sabe o próximo ganhador pode ser você. Aproveitamos para reafirmar que várias promoções para os leitores acontecem em nosso site oficial e em nossas redes sociais. Então fiquem atentos! O que não saiu na revista, certamente estará em um destes meios.

Um grande abraço a todos nossos leitores e colaboradores. Espero encontrá-los na Latinoware 2010, que acontece em Foz do Iguaçu/PR, onde estamos planejando nos encontrar para um bate-papo legal entre os que ajudam sendo leitores e os que ajudam sendo colaboradores. Sem estas, a revista não teria chegado onde chegou! Até lá!

Revista Espírito Livre - Ed. #018 - Setembro 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #018 - Setembro 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #018 - Setembro 2010

Lançada a edição n.18 da revista espírito livre, segue editorial na integra.

Caro leitor, trazemos mais uma nova edição que, para não ser diferente, foi gerada depois de muito trabalho de uma equipe batalhadora, e que merece todo o respeito. Procuramos disponibilizá-la no menor tempo possível, entretanto a falta de certos recursos inviabilizaram o processo. Mesmo assim, estamos aqui como a edição do mês de setembro. Tivemos a oportunidade de estar frente a frente com Linus    Torvalds, criador do Linux, o popular kernel que habita em diversos de nossos computadores. Ele esbanjou simpatia ao nos receber em uma longa entrevista durante a LinuxCon, em São Paulo. Não somente a entrevista, mas juntamente com o fato de que ainda não havíamos tido uma capa sobre o tão falado pinguim, além de sua popularidade já comprovada, foram os responsáveis pela escolha deste tema. Apesar do bate-papo ter sido longo, preferimos publicá-lo na íntegra, sem cortes, onde Torlvalds, assim como em várias de suas declarações, divide opiniões por onde passa. O que se constata é que, kernel após kernel, o Linux se fundamenta como uma solução viável entre os mais diversos usuários. Isto graças, não somente a Torvalds, mas a uma comunidade atuante e sempre em evolução. Quanto a entrevista, agradecimento especial a Kemel Zaidan, que esteve no evento representando a Revista Espírito Livre.

Além da entrevista, contamos ainda com a colaboração de diversos outros parceiros, que fundamentaram bem o tema de capa. Ricardo Ogliari faz uma análise do pinguim nos dispositivos móveis, mais especificamente nos celulares, enquanto Rodrigo Carvalho foca o seu uso no Android, o sistema operacional baseado em Linux, que vem se popularizando rapidamente entre as empresas que produzem aparelhos de celular e seus respectivos usuários, que por diversas vezes, se apresentam como fãs da plataforma. Jomar Silva faz uma pergunta interessante sobre os usuários linux: “Quem não usa Linux?”, afinal muitos usam sem saber! Alexandre Oliva avalia pontos polêmicos que envolvem o este famoso kernel e levanta várias questões que merecem ser analisadas.

Em paralelo a isso tudo, os outros colaboradores também enriqueceram a edição com suas matérias: Marco Passos destaca a dificuldade de coordenar projetos colaborativos enquanto Jamerson Tiossi afirma que o usuário doméstico é a fronteira final quanto a adoção do software livre no desktop. André Déo e Aécio Pires descrevem como gerenciar redes com o Zabbix e prometem continuar com outros artigos a respeito. Alexandre A. Borba levanta questões de reflexão sobre a recente criação da suite LibreOffice.

Além destes, outros também contribuiram e o meu sentimento é de muita gratidão com todos, entre estes os nossos parceiros das promoções, sorteios e brindes.

Estamos pipocando de promoções e desta vez batemos o recorde entre todas as edições. São promoções para todos os gostos. Cursos, maratonas, eventos, livros, kits e muito mais. Convidamos os leitores a sempre visitarem o site oficial da revista, pois algumas promoções acabam sendo feitas somente através do site, de nossas redes sociais, parceiros, etc. Vale ressaltar ainda que, se você já participou de uma promoção, pode se inscrever nas demais promoções, sem problema. Só não há necessidade de se inscrever numa mesma promoção várias vezes, já que os registros duplicados são excluídos. É torcer e ficar atentos às novidades!

Um forte abraço a todos nossos leitores, que mês após mês, nos revigora com mensagens de conforto e garra, muito importantes para que nos fortalecer e mantermos nosso compromisso de ler informação de qualidade e credibilidade, a custo zero ao leitor. Reforço a chamada por diagramadores e aproveito ainda para me desculpar pelos artigos que ainda não foram publicados. Já estão na lista de tarefas. Até a próxima!


As eleições estão em seu estágio final, os políticos já fizeram quase tudo que podiam fazer para conseguir o meu e/ou o seu voto. Em todo o Brasil histórias e estórias de corrupção, traição, roubo e outras falcatruas que estamos acostumados a ouvir dos e sobre os político.

 

Venho neste último momento de eleição deixar gravado algo que inusitadamente aconteceu em nossa democracia, as eleições no Brasil em 2010 foi marcada por uma figura esquecida, mas que teve um papel singular em sua época nos reinos europeus, o bobo da corte.

 

O bobo da corte “divertia o rei e os áulicos. Declamava poesias, dançava, tocava algum instrumento e era o cerimoniário das festas. De maneira geral era inteligente, atrevido e sagaz. Dizia o que o povo gostaria de dizer ao rei e zombava da corte. Com ironia mostrava as duas faces da realidade, revelando as discordâncias íntimas e expondo as ambições do Rei”.

 

Está figura que surge com os slogan “”Vote no Tiririca, pior que tá, não fica” e “Você sabe o que um deputado faz? Vote em mim que eu conto”. Trouxe a figura do bobo da corte para a nossa (pseudo)democracia, pergunto, tem como ficar pior?, você sabe realmente o que um deputado faz?. Infelizmente a maioria responderia não nos dois casos e isso o brasileiro deveria pegar como uma critica, não aos deputados, mas sim a toda população. Afinal fica claro que não estamos satisfeitos com os governantes, mas temos que analisá-los e escolher quem vai ocupar os cargos disponíveis, se não estão fazendo um bom trabalho, vamos melhorar nossos candidatos, para isso precisamos saber o que deve ser melhorado.

 

O tiririca talvez tenha sido o que de melhor ocorreu para a democracia brasileira, o que achei mais interessante foi saber que muitas ações foram movidas contra o candidato mas nenhuma foi levada adiante. Isso pode ser sinal de que não há inverdade do que o mesmo está afirmando ou que fica subtendido em suas perguntas.

 

Sem mais, continuemos analisando e verificando quais as melhores opções para o país, para nosso estado, em fim para nossa sociedade.

 

Mais uma edição de um dos meus periódicos favoritos, a revista espirito livre. Segue o editorial disponível no site, bem como o atalho para baixar a revista.

Revista Espírito Livre - Ed. #017 - Agosto 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #017 - Agosto 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #017 - Agosto 2010

Esta edição apresenta a seus leitores um tema que já deixou de ser novidade, mas que conforme a evolução tecnológica se apresenta diante de nossos olhos, se torna uma pauta cada vez mais preocupante. Ao falar de TI Verde, diversos sub-temas nos veem a mente: reciclagem, economia de energia, uso sustentável de nossos bens, melhor utilização de nossos computadores, cuidados com o meio ambiente como um todo e não somente no que diz respeito a nossa “lixeira”. Será que estamos fazendo a nossa parte? Será que existe isso de “nossa parte”? Adianta fazer algo ou nos resta apenas assistir o fim?! As questões são muitas e nesta edição tentamos trazer, não respostas, mas reflexões sérias sobre estes e outros temas relacionados. Os conceitos de TI Verde já amadureceram bastante, a ponto de se criarem legislações específicas em certas ocasiões. Usuários e empresas já compreenderam que diante desta nova realidade, não basta sentar e assistir, é preciso que algo seja feito, já que muitos concordam que estamos em um caminho sem volta.

Nossa entrevista internacional da edição é com Kirk W. Cameron, criador do Granola, um software que gerencia de forma inteligente a energia utilizada por computadores, disponível para diversas plataformas, além de seu código ser aberto e gratuito. Bianca Oliveira faz reflexões sobre TI Verde, meio ambiente e Mercado. João Carlos Caribé fala sobre a matriz de forças da sustentabilidade e questões polêmicas envolvendo o tema. Ricardo Ogliari fala sobre TI Verde, sensores e computação úbiqua. Cezar Taurion, Yuri Almeida, Alexandre Oliva e outros colunistas fixos também retratam muito bem o tema  recorrente em nossos telejornais.

Além do tema principal, tivemos diversas participações que merecem ser citadas. Marlon Ferrari fala sobre Python no cenário empresarial, enquanto Otávio Santana fala sobre GWT, kit de ferramentas de desenvolvimento para aplicações web feito pela Google. Flávia Suares e Joelias Júnior falam sobre duas ferramentas interessantes para os usuários do Twitter: Lambitter e Twitradio. Wilkens Lenon fala sobre os mais diversos sabores do Software Livre, citando várias distribuições GNU/Linux e suas diferenças. Bruno Cezar Rocha fala do Web2Py, um framework para desenvolvimento web em Python, enquanto Igor Morgado trata de Gerenciamento de unidades no Linux. Além destes, outros também contribuiram e o meu sentimento é de muita gratidão com todos.

A Revista Espírito Livre enviou ainda um correspondente que trará notícias sobre a LinuxCon São Paulo, que ocorre nos próximos dias. Em breve teremos notícias de lá! Também estamos com palestra agendada na grade do FASOL 2.0, em Santarém/PA. Além disso, a Revista Espírito Livre está pipocando de promoções. Solicitamos que estejam atentos pois entramos em contato com os ganhadores apenas via email – o mesmo informado no cadastro de cada promoção. Também é interessante lembrar que se você já se inscreveu em uma promoção, pode se inscrever novamente em outras! A partir daí é torcer para ser sorteado.

Gostaria de agradecer a colaboração de toda a equipe e já adiantar o meu pedido de desculpas por não ter publicado todas as matérias que estão em nossa fila de tarefas. Estamos em busca de novos colaboradores, inclusive diagramadores que utilizem Scribus, para tentarmos agilizar diversos processos dentro da revista. Se você utiliza Scribus e quer contribuir, entre em contato!

Ah! Talvez seja hora de desligar o computador e plantar uma árvore…

Simulação de rede MPLS utilizando o NETKIT, este é o título do trabalho que fiz no semestre passado para a disciplina de estágio supervisionado em sistemas de informação. Graças a DEUS conseguir passar por mais essa disciplina (risos).

Logo abaixo está o atalho para o documento gerado e para a apresentação. Deve ter algumas falhas, talvez por isso não tenha tirado 10 (risos outra vez), mas está razoável, afinal, eu acho que teve até um elogio…é acho que não, nem me lembro.

Gostaria de comentar  o que foi produzido, de forma mais técnica. Em outra oportunidade eu posto o conteúdo do texto, comentado aqui. Em quando isso fiquem à vontade para  comentar o trabalho que foi produzido.

No wordpress

Simulação de rede MPLS utilizando o NETKIT, documento

SIMULAÇÃO DE REDE MPLS UTILIZANDO O NETKIT, apresentação

No scribd

http://www.scribd.com/doc/34655551 documento

http://www.scribd.com/doc/34707997 apresentação

Revista  Espírito Livre - Ed. #016 - Julho 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #016 - Julho 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #016 - Julho 2010

“Sorria, você está sendo filmado…” Esta frase é sempre lida em diversos locais que visitamos, como bancos, supermercados, shopping center, etc. E na internet? Como é atualmente ou como deveria ser? É uma polêmica que gira em torno de diversos aspectos jurídicos, constitucionais, passando pela opinião pública, pedofilia e tantos outros assuntos que se envolvem nos noticiários. Fica aí a pergunta: Ao navegar pela Internet, estou realmente seguro? Estou seguro de quem? Dos bandidos ou dos órgãos reguladores? Questionamentos como estes são por diversas vezes citados nas matérias desta edição, que foi concebida em tempo recorde, afinal, se passaram pouco mais de 15 dias do lançamento da edição de número 15.

Tivemos a oportunidade de trazer 3 conhecedores do assunto principal abordado nesta edição. João Caribé é conhecido por ter dado o pontapé inicial no Mega Não, e como os leitores perceberão, Caribé é bastante enfático no assunto. Trouxemos ainda duas professoras da área jurídica para debaterem assuntos que também nos dizem respeito: Ana Amelia Menna Barreto fala dos novos paradigmas da propaganda eleitoral na Internet, enquanto Sabrina Felizzola Souza aborda os dilemas jurídicos da privacidade na Internet. Além dos entrevistados, vários outros colaboradores da comunidade em geral foram convidados a participar, cada um com sua experiência e especialidade, o que resultou em uma edição única. Thalles Waichert, que é jornalista da editoria de Mídias Sociais do Terra Networks Brasil fala do controle, vigilantismo e resistências nas redes sociais. Alexandre Borba, que já é “da casa”, também trilha por esse caminho. O Deputado Paulo Teixeira, que também é ativista da liberdade na rede e defensor do software livre, defende uma rede sem vigilância. Aracele Torres fala da construção do cidadão normatizado, a partir da vigilância na rede, enquanto Paulo Rená fala de ofensas pela Internet: quatro aspectos jurídicos importantes. Percebe-se que a edição está com um alto teor de debate e discussão, algo natural quando é tratado um assunto de interesse público e bastante comentado atualmente.

Vários outros colaboradores já conhecidos dos leitores por estarem conosco a muitas edições também deram suas opiniões e apontaram na direção do tema em questão, o leitor poderá perceber. Mas nem só do tema principal a edição foi feita. Benjamin Goes, responsável pelo Ubuntu Control Center, nos apresenta a ferramenta, enquanto Otávio Gonçalves fala sobre Java. O artista Ricardo Graça começa uma série de artigos sobre produção visual utilizando puro software livre e Cleiton Ferreira aborda redes, mais especificamente o rlogin. E muito mais…

Os leitores que gostam de promoções, fiquem atentos: Novas promoções foram incluídas e outras estão a caminho. Aliás, gostaria de compartilhar com vocês o meu desejo de fazer, na Latinoware 2010, o nosso primeiro encontro de leitores e colaboradores da Revista Espírito Livre, o que seria mais uma ótima oportunidade do leitor estar ali, cara a cara com quem escreve e produz a publicação. Vamos conversando sobre o assunto… Quem sabe vira realidade, que tal?! Mandem suas sugestões!

Agradeço a todos pelo empenho em tentar fazer uma edição de qualidade e que fosse referência no assunto. Nos vemos na edição 17, e cuidado, você pode estar sendo filmado…

Revista Espírito Livre - Ed. #015 - Junho 2010

Revista Espírito Livre - Ed. n #015 - Junho 2010
Revista Espírito Livre - Ed. n #015 - Junho 2010

CMS. Esse é um assunto que divide opiniões por diversos motivos. Talvez o mais evidente talvez seja que muitos desenvolvedores que gostam de construir seus projetos “na unha” consideram que o uso de um sistema de gerenciamento de conteúdo previamente construído é desnecessário ou que seu uso trás “efeitos colaterais”. Um destes efeitos seria a dependência da ferramenta com o passar do tempo, ou ainda o ato de se prender apenas ao templates (modelos de layout) já existentes. Não considerando apenas a questão do visual, os CMS exercem uma importante tarefa em praticamente qualquer sistema que dependa de atualizações constantes e dinamicidade. E quando o CMS tem seu código aberto, a experência de adaptá-lo a nossa necessidade se torna ainda mais gratificante.

Existem dezenas de CMS sendo utilizados por toda a Web, muitos deles mundialmente famosos e outros nem tanto. A edição deste mês conversou com diversos desenvolvedores, responsáveis por várias destas soluções. Além das entrevistas, casos de sucesso e outros relatos de uso de gerenciadores de conteúdo ilustram esse cenário dinâmico, onde os CMS se encontram.

Tivemos como entrevistados, Tristan Renaud, vice-presidente do Jahia Software Group, responsável pelo CMS Jahia; Mark Evans, líder do projeto glFusion e batemos um papo com Dan Fuhry e Neal Gompa, criadores do EnanoCMS. Também recebemos contribuições de Rafael Silva, criador do site Drupal Brasil, que em sua matéria traz motivos bastante convincentes quanto ao uso do Drupal, inclusive apresentando casos bem sucedidos de uso deste famoso CMS. Yuri Almeida aponta para uma vertente bem interessante em sua contribuição, falando dos CMS e a produção colaborativa de conteúdo. Rafael Leal traz um questionamento pertinente no título de sua matéria: Usar CMS desvaloriza o meu trabalho? Tivemos ainda outras contribuições sobre o assunto de capa que merecem toda a nossa atenção.

Além do tema CMS, Rodrigo Carvalho fala sobre como ter um media center movido a Linux, e para isso apresenta diversas soluções neste sentido. André Noel nos traz uma matéria intitulada “Ubuntu para todos nós!”, onde fala sobre Ubuntu, a história desta distribuição GNU/Linux e sua relação com o significado real da palavra “Ubuntu”. Kemel Zaidan faz uma reflexão bastante profunda sobre o termo “software livre”, além de o contrapor com outros conceitos. Wilkens Lenon aprofunda no conceito software livre, mostrando suas raízes, suas origens.

Nosso colunista Cezar Taurion fala sobre como contribuir para o Kernel Linux, enquanto Alexandre Oliva, aborda o tema Portabilidade, porém aplicado ao campo do software, uma proposta bem interessante por sinal.

Miguel Koren fala sobre o SpagoBI­, uma plataforma BI livre e aberta enquanto Klaibson Ribeiro traz uma dica que deve ser interessante para muita gente que trabalha em escritórios e precisa de fazer o papel timbrado da empresa. Carlisson Galdino apresenta seu nono episódio de Warning Zone, intitulado “Quarto de Hotel”.

A seção Quadrinhos tem estreia com Luis Gustavo da Silva que chega com duas tiras de sua autoria. Fernando Alkmin e José James também estão presentes.

A todos os colegas colaboradores que não foram mencionados aqui, o meu muito obrigado e convite para continuarem conosco na proposta da construção de uma publicação de qualidade e que é a cara do nosso leitor.

Aquele forte abraço a todos os envolvidos e nos vemos na próxima edição!