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Quem nunca pegou um produto ou serviço com problemas? ou, melhor ainda, quem nunca teve que reclamar mas de uma vez do mesmo problema que está ocorrendo em um produto, ou que ocorre quando consumimos um serviço?, pois é, isso é algo até corriqueiro, mas se tudo der certo seus problemas terão acabado. Foi inventado um método #superultramega…, que vai ajudar as empresas a resolver de verdade os problemas que ocorrem nos produtos, serviços ou processos. É chamado de “o método das 8 disciplinas” e indica em detalhes como se deve agir para resolver de verdade um problema, de verdade porque tenta-se acabar com problemas recorrentes.

Um único detalhe interessante, antes de começarmos a ver em ‘profundidade’ este método e suas disciplinas, é que o dito (ou pelo menos um parecido (8D-like) foi usado pela primeira vez em 1987 pelo governo do EUA. O que nos faz pensar que deu tempo para eles melhorarem ele, eu acho, bom vamos lá.

O método das 8 disciplinas, é uma abordagem para solução de problemas ocorridos em produtos ou processos de produção, tem o intuito de identificar, corrigir e eliminar problemas recorrentes. A ideia é aumentar a sinergia entre os indegrantes da equipe de modo que todos possar dar sua contribuição para a solução do problema. No 8 D acredita-se que, a equipe (o todo) é melhor do que a soma dos seus membros (partes). Desta forma as indicações para solução de problemas se dá pela ação da equipe.

As 8 disciplinas ou etapas em que se divide tal método são:

1 – Formação da Equipe

Nesta etapa faz se a definição dos membros da equipe que trabalharão para solução do problema, a definição dos papeis de cada membro é muito importante. Um ponto importante fica para o líder da equipe, este deve ter as habilidades de líder e das ações necessárias para sanar o problema.

2 – Descrição do Problema

O problema é descrito em termos mensuráveis, verifica-se o mesmo é interno ou externo. Nesta etapa é que se tem em detalhes a localização e o definição clara do problema. Geralmente para identificação e detalhamento do problema usa-se o método 5W2H: O que (What), Quando (When), Quem (Who), Onde? (Where), porque? (Why), Como? (How) e Quanto (How much).

3 – Implementação de Ações de Bloqueios (contenções, interinas ou disposição).

Quando o problema estiver ocorrendo, pode-se pensar em uma ação paliativa (acho que esta é a palavra ideal), o problema não é resolvido por completo, mas há um bloqueio momentâneo até que se encontre a solução definitiva.

4 – Definição das Causas Básicas (Raízes)

A causa básica de uma falha ou problema é o seu fato gerador, e somente  com sua total eliminação o problema poderá ser resolvido” [1]. Nesta etapa são identificadas todas as causas essenciais que podem explicar a ocorrência do problema, São testadas as causa potencias e identifica-se as alternativas de ações para eliminação desta causa raiz. Para a verificação das causas raízes é utilizado o ‘Diagrama de causa e efeito’.

5 – Definição das Ações Corretivas Permanentes

Após a definição das causas básicas, são definidas as ações de correção a serem aplicadas nesta causa para que o problemas seja resolvido de forma permanente. Quando ocorre de através de um ‘brainstorn‘ a equipe chegar a mais de uma solução para a causa, pode se escolher a melhor ou prioritária usando o consenso da equipe.

6 – Executar e Avaliar Ações Corretivas Permanentes

Nesta etapa é feita a verificação da eficácia das ações permanentes, aplicada as causas raízes. Faz-se o controle das ações de modo que se assegure a eliminação da causa raiz.

“Após a implementação das ações corretivas permanentes é necessário remover as ações de bloqueio, trazendo o processo novamente à condição de normalidade.” [1]

7 – Impedir Recorrências

“Para cada ponto fraco identificado devem ser desenvolvidas ações necessárias para evitar a reincidência do problema, estas ações devem se devidamente implementadas, testadas e monitoradas. ” [1]. Este é ponto final da resolução do problema, nesta etapa é necessário que se tenha uma ceta segurança quanto a resolução definitiva do problema. A causa raiz e analisada de maneira a impedir que o problema, ou um similar venha ocorrer.

8 – Revisão Final e Reconhecimento da Equipe

Nesta etapa, o problema deve estar resolvido, e a não reincidência assegura. Aqui são feitos os reconhecimento tanto da equipe, quando dos esforços individuais. Por fim, o compartilhamento do conhecimento adquirido na resolução do problema deve ser compartilhado com toda a organização.

As disciplinas deste método podem ser aplicadas tanto ao produto de software, quanto ao processo de desenvolvimento dos mesmos. As atividades de testes no desenvolvimento de software são de alguma forma o ponto de melhor encaixe destas disciplinas. Isso não que dizer é claro que o conjunto de etapas não possa ser aplicado no processo de desenvolvimento como um todo.

Thiago Santos de Amorim

Para mais informações sobre o método das 8 disciplinas sigam os links:

[1] “Problem Solving Methodology – 8d” on Scribd http://www.scribd.com/doc/9688602

http://www.qualidadebrasil.com.br/artigo/qualidade/o_metodo_8d_-_as_8_disciplinas

http://manuelgross.bligoo.com/content/view/586988/Solucion-de-problemas-con-el-metodo-de-las-Ocho-Disciplinas.html

Clique aqui para ver a apresentação

Lua é uma linguagem de programação poderosa, rápida e leve, projetada para estender aplicações. [7], É uma linguagem open source, podendo ser utilizada comercialmente sem a necessidade de qualquer tipo de autorização.

Para instalar o compilador lua no GNU/Linux ubuntu é só abrir o terminal e digitar a seguinte linha de comando, sudo aptitude install lua5.1 e pronto, agora use um editor de textos de sua preferencia, no meu caso o kate, para criar seus arquivos .lua , e no final é só compilar o arquivo usando o comando lua nomeArquivo.lua.

Vamos fazer uma programinha em lua que tenha as seguintes funções, ler dez valores armazenado-os
em uma tabela coloque a tabela em ordem crescente e no final Imprima o vetor.

  1. local tabela = {}
  2. vetor = {}
  3. cont=0
  4. while cont<10 do
  5. print”Digite um valor numérico”
  6. table.insert(tabela,io.read(“*n”))
  7. cont=cont+1
  8. end
  9. table.sort(tabela)
  10. for i=1, 10 do
  11. vetor[i]=(tabela[i])
  12. end
  13. for i=1, 10 do
  14. print(vetor[i])
  15. end

Por fim segue a apresentação feita pelos colegas, Douglas e as colegas Deise, Luane e Naara sobre esta linguagem para a disciplina de paradigmas de linguagem de programação.

Clique aqui para baixar a apresentação LUA

[7] http://www.lua.org/portugues.html